"A HOMEOPATIA PEDIÁTRICA E A COMPREENSÃO DOS PAIS" Comentários (93)
29/09/2010

 

São muitas as pessoas que cada vez mais procuram formas diferentes de cuidar da saúde de seus filhos. Eles adoecem com freqüência cada vez maior, apesar de receberem uma carga de medicamentos cada vez maior e fazerem exames cada vez mais sofisticados. Então as crianças mudam de médico, são levadas a especialistas nisso e naquilo e os resultados não são muito diferentes. Quantas vezes você já parou para refletir sobre isso? Você que tem alguma criança com problemas crônicos ou que se repetem.
Os planos de saúde estão cada vez mais caros porque as pessoas cada vez exigem mais exames. Nós médicos às vezes não sabemos que rumo tomar porque fomos formados para descobrir uma doença específica no paciente, seja qual for, para poder tratá-la. Acontece que nem sempre a criança se apresenta com uma doença claramente definida como nos livros de medicina. Então nos sentimos perdidos. Aliás, é bom que se saiba que a maioria dos pacientes não se apresentam a nós com uma doença bem definida. Minha experiência de 10 anos em pronto-socorro é testemunha de o quanto isso acontece todos os dias. Eles vem a nós médicos demonstrando uma maneira muito própria, particular, peculiar, muito individual de revelar uma desarmonia consigo, com o outro e com o meio ambiente. É este entendimento profundo do conceito de adoecer que caracteriza a Homeopatia como a verdadeira medicina do ser humano, pouco importando que nome tenham as doenças desse ser. O que determina o remédio homeopático que a criança precisa não é o tipo de doença que ela tem no momento, mas a forma toda particular pela qual ela manifesta seu padecimento. Não se preocupe que você já vai entender o que estamos tentando dizer.
Você que sempre foi acostumado a dar remédios para sua criança ou adolescente pelo mais simples dos motivos, já deve estar se perguntando: será que a homeopatia trata amigdalite, pneumonia, será que faz baixar a febre? Embora o espaço deste folheto seja muito escasso para entrarmos em detalhes, vamos dar alguns exemplos para você já ir aprendendo o que observar em seu filho e como se orientar com tranqüilidade. Suponha que sua filha esteja com febre há 5 dias. Você a levou ao pediatra, ele examinou muito bem mas não foi possível chegar a um diagnóstico de certeza e diz para você observá-la atentamente, pois não parece ser nada grave (excelente orientação). Apreensiva como está, você dá dipirona para a menina cada vez que a temperatura alcança 38 graus (péssima atitude). Logo adiante tentarei acabar de vez com sua neurose (pavor) a respeito da febre. Se sua filha estiver correndo algum risco de vida, talvez seja por causa da doença que está dando febre, mas não por causa da febre, pois a febre é apenas uma reação da criança. A febre é, muitas vezes, o menos importante dos sintomas da doença. Se seu medo é de convulsões por febre, acalme-se. Convulsão febril não tira a vida de nenhuma criança. Quando tem que dar convulsão, creia-me, ela geralmente acontece nos momentos iniciais do primeiro dia de febre e é raro que ocorra em crianças maiores de 4 anos. Você pode até estranhar se quiser, mas convulsão febril é para o homeopata um sintoma valiosíssimo, que quase sempre nos faz prescrever o remédio certo. Claro que o homeopata leva em conta o que está por traz da febre, muito mais do que você imagina. Nós examinamos o doente com toda atenção aos mínimos detalhes. Antes de nos preocuparmos com exames de laboratório para ver a causa do problema, damos importância a vários detalhes da história da criança que o médico tradicional não foi ensinado a valorizar. Então vamos a eles.
No caso dessa menina com febre é importante, por exemplo:
- horário em que a febre está mais alta
- se tem sede ou não durante a febre, ou antes e depois da febre
- se transpira antes, durante ou depois da febre; em que partes mais transpira, se o suor tem algum cheiro que chama a atenção
- se tem calafrios no início, durante ou no final da febre
- se apresenta delírios
- se as extremidades do corpo são frias ou quentes durante a febre
- como fica a coloração do rosto
- o que muda em seu comportamento durante a febre
- que acontecimento antecedeu ao aparecimento da febre e que emoções e reações ela manifestou sobre isso... etc, etc.

Em grande parte dos casos a criança fica boa se você deixar que ela tenha um ou dois acessos de febre sem medicar. No caso de a febre persistir mas não houver doença grave, os detalhes acima serão suficientes para o homeopata medicar a menina corretamente. Já se houver suspeita de algo muito grave, o homeopata tomará as atitudes cabíveis, pois sempre temos em mente que somos médicos acima de tudo, e temos uma responsabilidade – a de zelar pela vida do doente. O verdadeiro homeopata pode e deve ser bastante tranqüilo, mas nunca aventureiro para brincar com a vida alheia. De qualquer forma a mãe está de parabéns por não ter dado mais anti-térmico para sua filhinha. Isso facilitou bastante o trabalho do homeopata em curá-la ou ao menos diagnosticar o problema com mais rapidez. Baixar a febre não é mais que tampar o sol com a peneira, ou seja, deixa uma penumbra ilusória e prejudicial para o entendimento do caso. No momento você precisa confiar que só existem 3 letras que justificam dar um “anti-térmico” para sua filha: D - O - R. Isso mesmo, só dê remédio para febre se a criança esboçar alguma manifestação de dor ou desconforto que a impeça de descansar. Mas se estiver dormindo mais ou menos sossegada, então não precisa medicar, independente do grau de temperatura, e você também não precisa ficar de vigília a noite inteira – deixe apenas um lençol cobrindo-a e durma você também. Já vivi essa experi6encia com um de meus filhos. Mas – dirá você - se meu piá de 2 anos costuma dar convulsão sempre que tem febre? Então aí conversaremos pessoalmente sobre isso.
Vamos fazer um pequeno desvio no assunto para lhe satisfazer uma curiosidade: mas afinal de contas, o que é homeopatia?
É uma ciência médica que está bem fundamentada há 200 anos, graças a um dos cientistas mais observadores e detalhistas de todos os tempos: Samuel Hahnemann. Para ser homeopatia, a maneira de tratar o doente tem que se enquadrar em quatro princípios fundamentais:
1) Lei das semelhanças – quer dizer: o medicamento capaz de curar uma doença ou um sintoma também deve ser capaz de provocar sintoma semelhante em uma pessoa sadia. Veja que já a alopatia é a medicina dos contrários (anti-térmico, anti-espasmódico, anti-biótico, etc).
2) Experimentação no homem são – ou seja, o medicamento para ser considerado homeopático dever ter sido testado em voluntários sadios e provocado sintomas nos mesmos. O medicamento homeopático é preparado a partir de matéria-prima dos reinos animal, vegetal ou mineral. Portanto não faça confusão: o tratamento à base de ervas e chás não é homeopatia, isso chama-se fitoterapia, não tem nada a ver com homeopatia. Se você quiser entender melhor os tipos de tratamentos naturais e não misturar uma coisa com a outra, então leia o livro Medicina Natural – do Dr. Márcio Bontempo. Tratamento com ervas e chás não tem nada a ver com homeopatia. De tudo isso que chamam medicinas alternativas só duas são reconhecidas como especialidades médicas pelo Conselho Federal de Medicina: a Acupuntura e a Homeopatia (desde 1980).
3) Remédio dinamizado – a maneira de preparar o medicamento homeopático é próprio de nossa especialidade e se chama farmacotécnica homeopática e só é dominada por farmacêuticos que fizeram curso de especialização em Farmácia Homeopática em escola reconhecida pela Associação Médica Homeopática Brasileira. Por isso o farmacêutico precisa ser de total confiança do médico homeopata. Cuidado para não se iludir com pessoas sem escrúpulos que oferecem “remédio homeopático” para você.
4) Remédio único – o verdadeiro Homeopata é aquele que prescreve apenas um remédio por vez. É a Homeopatia Unicista. Aqueles frasquinhos de gotas ou glóbulos tipo Almeida Prado ou Waldemiro Pereira que você conhece ou já usou nada mais servem que para denegrir e manchar a imagem da verdadeira homeopatia. Gostaria que você passasse a chamar isso de medicina natural complexista, mas nunca de homeopatia. Esses remédios nós os chamamos de complexos, pois eles contêm vários medicamentos diferentes em um mesmo glóbulo ou em uma única gota, e isso vai contra os ensinamentos de Hahnemann e contra todos os princípios decentes da Homeopatia.

Agora que você já sabe o que é Homeopatia e sabe também o que não é homeopatia, vou lhe mostrar uma série de perguntas que as pessoas costumam me fazer sobre Homeopatia Pediátrica:
1) Desde que idade convém começar o tratamento homeopáticos das crianças?
2) Como vou saber se o medicamento está melhorando meu filho já que persiste o motivo pelo qual o trouxe para consultar?
3) É verdade que o médico homeopata é contra a vacinação obrigatória?
4) É verdade que o homeopata é contra o uso de pomadas na pele?
5) A homeopatia pode evitar a cirurgia de amígdalas e adenóides?
6) É verdade que o remédio homeopático demora para atuar?
7) Pode-se usar medicamentos homeopáticos e alopáticos ao mesmo tempo?
8) Que pode fazer a homeopatia em caso de acidentes?
9) É verdade que a homeopatia cura apenas por sugestão?
10) A homeopatia cura todas as enfermidades de crianças e adolescentes?
11) A validade da homeopatia pode ser comprovada cientificamente?
12) Por que apesar de tratar-se homeopaticamente minha filha continua adoecendo?
13) Como a homeopatia pode ajudar crianças que padecem doenças incuráveis?
14) A chamada agravação homeopática pode ser perigosa para meu filho?
15) O que pode fazer a homeopatia pelas crianças com transtornos de aprendizagem?
16) Por que às vezes o medicamento homeopático não atua?
17) Levei meu adolescente asmático ao homeopata: por que ele me fez tantas perguntas que não têm relação com a doença?

Se você leu este folheto até aqui, então você já tem uma resposta razoável para a pergunta 17. Não há como tirar aqui todas as suas dúvidas; vamos fazê-lo à medida que formos desenvolvendo nosso trabalho no consultório. Mas quero me deter um pouco na pergunta 10. E a resposta é esta: não, a Homeopatia não é uma panacéia, ou seja, não resolve tudo e nem tem essa pretensão. Com esta resposta espero ter declarado toda nossa honestidade e ética profissional. Se eu estivesse a fim de fazer propaganda enganosa certamente nem teria anotado a pergunta 10. Apenas em uma coisa eu e os mais experientes e sérios homeopatas temos plena convicção: a maioria dos problemas de saúde das pessoas poderia ser evitada se elas fizessem tratamento (prevenção) homeopático desde bebês ou até mesmo antes de nascerem. Digo antes de nascer porque cada vez mais se comprova o grande benefício que resulta para os bebês quando as gestantes são abordadas por homeopatas unicistas.

Não querendo tomar muito de seu tempo, peço só mais um pouco de sua atenção para dizer algo sobre a paciência que você precisa ter com seu filho e que sua filha e você precisam ter com o homeopata. Isso porque muitas vezes aquilo que tanto preocupa os pais pode não ser o que o homeopata considere digno de ser curado. Por exemplo, mamãe traz o Vinicius à consulta porque ele tem um monte de verruguinhas moles em todo o corpo (molusco contagioso). O dermatologista já fez curetagem, mas o problema voltou e o menino começou a apresentar uma irritabilidade e nervosismo que não tinha antes, puxa seus próprios cabelos e tenta morder o braço de seu pai. Seu pai quer logo que o filho se livre dessas verrugas, mas passa-se um mês e elas continuam por toda parte. Já o instinto maternal percebeu logo que o garoto melhorou seu humor em 100% uma semana depois de começar a tomar o remédio. Mais 4 semanas depois e o molusco desapareceu por completo, para nunca mais voltar. O que o médico deve ter perguntado aos pais deste paciente de 5 anos de idade? Coisas desse gênero:
1) como é seu temperamento? Como reage quando é repreendido, quando negam o que deseja, quando deve enfrentar dificuldades ou perigos, quando lhe dão ordens ou lhe falam em voz alta...????
2) como ele é na maneira de dar ou receber carinho? que medos tem? como se comporta com as tarefas escolares? que atitudes adota durante as brincadeiras?
3) como reage às variações de temperatura? que clima prefere?
4) quais são as características de seu sono?
5) que acontecimentos domésticos ou escolares podem tê-lo impressionado?
6) que emoções experimentou a mãe durante a gravidez? como as manifestou? de que forma ela as superou, ou porque não as superou? teve desejos ou aversões alimentares?

Claro que o problema que tanto preocupa os pais vai ser resolvido (obviamente se não for incurável e se a prescrição estiver correta). Porém o homeopata se preocupa antes de tudo em captar os sintomas que revelam a forma como funciona aquele pequeno ser ou aquele adolescente que está prostrado em sua maca. Aspectos esses que os pais nem se dão conta que afetam a filha ou acham que não tem nada a ver com a doença do filho. Na verdade às vezes são os nossos filhos que precisam ter muita paciência conosco.
Acontece freqüentemente que o pai já chega ao homeopata querendo resultados imediatos para o problema crônico de sua adolescente de 17 anos. Nada mais justo que ele dê ao homeopata um voto de confiança equivalente no mínimo à metade do tempo que já gastou com seu antigo médico alopata. Felizmente a maioria dos homeopatas experientes obtém sucesso em tempo menor que a impaciência do pai ou que a paciência da vovó.
Você já percebeu o que é importante observar em seu filho. É bom que daqui para frente você seja a melhor observadora de seu bebê. Se você observar apenas mais ou menos bem, seu homeopata receberá informações mais ou menos confiáveis, receitará um remédio mais ou menos certo e seu bebê ficará mais ou menos curado. Por isso nunca traga a criança ao consultório do homeopata com pressa de ir embora. A consulta homeopática é demorada, pois são muitos detalhes a serem conferidos, para que o resultado seja o melhor, o mais rápido e o mais duradouro possível. A primeira consulta homeopática de seu filho pode durar até 2 horas. Particularmente não atendo telefone e não aceito interrupções quando estou em consulta homeopática. Aproveito para dar agora a você aquela explicação antipática: a consulta do homeopata é mais cara por causa disso – enquanto o colega alopata já atendeu 4 consultas, o homeopata ainda está na primeira. Sem contar o custo da formação do médico homeopata. Se ele reside a 600 km do local do curso de especialização em homeopatia, seus 3 anos de estudos vão lhe custar em torno de R$ 15 mil, sem considerar livros e congressos. O pediatra homeopata investe 11 anos em sua formação médica: 6 anos em Medicina Geral, 2 anos em Pediatria e mais 3 anos em Homeopatia. Ainda assim muitas pessoas preferem pedir “remédios homeopáticos” em balcão de farmácia para gente que não tem a menor idéia de como se conduz um tratamento homeopático e não tem qualquer responsabilidade legal sobre problemas de evolução do paciente. Mas tudo é compensador, principalmente pela confiança que o homeopata acaba conquistando em relação a toda família do paciente. Essa confiança é fruto do espírito de disponibilidade e do profundo relacionamento pais-médico-paciente. O estudo da homeopatia tem sido o motivo de muitos médicos terem se apaixonado novamente pela medicina, da qual já se sentiam divorciados, conforme depoimento que temos ouvido de vários colegas. A carreira de homeopata requer um grande espírito de mudança, a adoção de uma nova filosofia de vida, uma nova maneira de pensar o processo de saúde e doença. Por isso mesmo a maioria dos que se inscrevem para o Curso de Homeopatia não chegam a completá-lo e muitos dos que o completam nunca chegam a exercê-la.
Se você continuou a leitura deste folheto até este ponto, então é possuidor de noções e maneiras de pensar que a média das pessoas ainda não possui. Daí penso que já tenho o direito de lhe pedir um favor: nunca pergunte a um homeopata quê remédio é bom para isso ou para aquilo. Esta pergunta nos provoca grandes aborrecimentos, ela não faz sentido algum, pois na homeopatia unicista não existe tal remédio.
Aproveito enquanto você ainda não está cochilando com esta leitura chata para colocar uma dúvida que eu tinha antes de me “converter” à homeopatia – e talvez deva ser dúvida sua também: todos aqueles detalhes da entrevista e do exame físico do paciente o que tem a ver com o remédio homeopático?
Se você comparar entre si os dois primeiros princípios da doutrina homeopática que lhe mostramos anteriormente, encontrará a resposta para esta interrogação. Estou lhe propondo este desafio, mesmo que você não seja formado em nenhuma faculdade, porque é natural que os pacientes ou os familiares dos pacientes homeopáticos se tornem cada vez mais inteligentes, a tal ponto que após alguns anos muitos deles querem ensinar homeopatia para seu próprio homeopata. Claro que isso é uma brincadeira, mas é verídico o caso de um renomado homeopata de Jundiaí / SP que já ia receitar antibiótico a um bebê portador de coqueluche, não fosse a insistência dos pais que o puseram contra a parede até que ele encontrou o remédio homeopático curativo, após várias tentativas desesperadoras. Nem sempre é possível achar o remédio ideal na primeira consulta, se é que ele existe. Procura-se prescrever o que parece mais adequado para o momento. Por isso os retornos são muito importantes. Não use outras formas de tratamento sem conversar com o homeopata de sua filha. Quanto mais experiência tiver o homeopata, melhores serão os resultados; porém todo médico dedicado, entusiasmado e estudioso da homeopatia com certeza logo se tornará um grande e respeitado médico homeopata. Procure não mudar de homeopata como é costume se mudar de alopata. Como dizia o professor Walter Maffei: “quem tem um médico tem um, quem tem dois tem meio, quem tem três não tem nenhum.”
O Pediatra Homeopata atende crianças e adolescentes de zero a 19 anos e gestantes a partir do sexto mês. Alguns atendem também os pais de seus pacientes, pois isso ajuda muito para que o médico entenda melhor os respectivos filhos. Cada vez mais se sabe de médicos que tratam seus filhos com algum colega homeopata.

Caso você esteja interessado em conhecer mais sobre Homeopatia, procure um desses livros: Aos que se tratam pela homeopatia (Célia Regina Barollo), Perguntas e respostas em homeopatia (Paulo Rosembaum), O que é homeopatia (Coleção Primeiros Passos).

 

                                                                                           Autor: demerval florêncio da rocha 


 

 

 
Comentários
joelson s justus
16/02/2011
Interessantissimo. Tenho 65 anos de idade. Na minha infancia, eu mais quatro irmãos fomos tratados pelo uso da homeopatia, naquela epoca, dificilmente eramos orientados por um medico. Minha Mãe, possuia um livro q era de meu avo, o qual orientava sobre o uso da homeopatia, claro havia necessidade de repousos, etc... Nem sempre eram respeitados pela molecada, minha mãe se esforçava muito, bem o mais importante é que os tratamentos funcionavam mesmo. Em tempo, vou ver se consigo o livro de minha Mãe para poder informar-me mais a respeito dos tratamentos e medicamentos homeopáticos, alem do que deve ser uma reliquia literaria.
Abrs. Joelson.
Erivelton Konfidera
26/01/2011
Li atentamente o texto; minha filha de 2 anos tem tido
acompanhamento homeopático e é notório perceber como
realmente a homeopatia funciona; infelizmente o preconceito é
grande, na minha família, por exemplo, quando a criança adoece
é fundamental deixar os avós bem longe, pois eles não param de
incomodar para que se dêem os mais variados tipos de remédios.
Parabéns Dr. Demerval pelo site e por divulgar a homeopatia.


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